Gestão de frota sustentável: como reduzir a emissão de carbono e economizar combustível

Durante muito tempo, falar em sustentabilidade na frota soava como um extra, algo que a empresa fazia quando sobrava tempo e verba. Ou, no pior cenário, quando se via obrigada a responder a pressões externas. Hoje, a conversa amadureceu. Gestão de frota sustentável entra na mesa de discussões como um assunto relacionado a eficiência operacional, previsibilidade de custos e governança de dados. É reduzir a emissão de carbono e economizar combustível.

Quando isso acontece, temos o melhor dos dois mundos. A empresa ajuda a cuidar do planeta ao mesmo tempo em que trabalha pesado para fazer a operação rodar melhor e com menos desperdício.

O ponto de partida costuma ser simples (e pouco glamouroso): combustível. Afinal, combustível é o elo entre custo e carbono. O que muita gente ainda não internalizou é que a redução de emissões, na frota, raramente depende de uma grande virada. Ela nasce de ajustes consistentes em condução, marcha lenta, manutenção e rotas. E cresce quando o gestor adota a telemetria para entender padrões e corrigir a operação, sempre baseado em dados.

E o contexto global ajuda a entender por que isso ganhou urgência. A IEA (International Energy Agency / Agência Internacional de Energia) — uma das principais referências globais em dados e análises do setor de energia — aponta que o transporte rodoviário (onde estão ônibus e caminhões) emitiu pouco mais de 6 gigatoneladas (Gt) de CO₂ em 2024, que equivalem a cerca de 6 bilhões de toneladas de CO₂ em um único ano, um volume que mostra por que eficiência operacional e redução de desperdício são prioridade. Quando a pressão aumenta  — por clientes, investidores, órgãos reguladores e metas internas —, não adianta apenas ter boa intenção, é preciso ter método.

Neste artigo, o foco será nos motores a combustão. Para os próximos textos, traremos também informações a análises sobre outros tipos de combustível.

ENTENDA O QUE CARACTERIZA UMA GESTÃO DE FROTA SUSTENTÁVEL
Gestão sustentável é a capacidade de medir, agir e repetir. É uma disciplina que vira rotina. E ela se sustenta em alguns elementos objetivos:

  • Eficiência mensurável: reduzir consumo por km (ou por tonelada transportada / por passageiro) sem comprometer SLA (Service Level Agreement / Acordo de Nível de Serviço), segurança e qualidade.
  • Condução padronizada: menos aceleração brusca, menos excesso de velocidade e, principalmente, menos marcha lenta desnecessária.
  • Manutenção que evita ineficiência: veículos desregulados, pneus fora do ideal e falhas “crescendo em silêncio” consomem mais e emitem mais.
  • Rotas e utilização mais inteligentes: menos desvio, menos tempo perdido, menos km vazio — e mais previsibilidade.
  • Rastreabilidade: sustentabilidade sem evidência vira narrativa. Com telemetria e histórico, ela vira gestão com auditoria e consistência.

Perceba que nada disso exige, necessariamente, trocar a frota inteira da noite para o dia. Exige, sim, maturidade representada pela equação dados confiáveis + decisão + rotina

COMO A REDUÇÃO DE EMISSÕES IMPACTA OS CUSTOS OPERACIONAIS
Aqui vale uma provocação útil para o gestor: se a sua empresa ainda trata carbono como tema separado no processo de administração da empresa, ela está deixando dinheiro na mesa.

Para tirar o carbono do campo da abstração, dá para converter consumo em emissões com um fator de referência. A EPA (Environmental Protection Agency / Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos) estima que queimar 1 galão de diesel gera cerca de 10.180 g de CO₂. Isso dá, na prática, cerca de 2,7 kg de CO₂ por litro de diesel. Ou seja, se a sua operação consome 10.000 litros/mês, estamos falando de aproximadamente 27 toneladas de CO₂/mês. E uma redução de 8% no consumo (por marcha lenta, condução e manutenção) já evita algo perto de 2,2 toneladas de CO₂ por mês.

Isso muda a conversa dentro da empresa porque transforma o ESG em uma conta simples: litros economizados = CO₂ evitado. E, quando se consegue medir litros com precisão (por linha, rota, veículo e motorista), é possível transformar a meta ambiental em meta operacional.

Há outro vilão silencioso nessa conta: marcha lenta. Um material do Alternative Fuels Data Center (DOE/AFDC) aponta que um caminhão pesado em marcha lenta consome cerca de 0,8 galão por hora (um galão equivale a  3,785 litros). Isso significa que uma frota pode perder combustível (e emitir CO₂) sem sequer estar se movimentando. Marcha lenta é o tipo de desperdício que passa batido em relatórios tradicionais, mas aparece com nitidez quando você acompanha a operação de perto com telemetria.

Claro que o consumo maior não vem só das ações do motorista. Ele também vem da mecânica. Um veículo se arrastando por conta de manutenção atrasada, calibragem fora do ideal, filtro saturado, falha de arrefecimento ou problema de regulagem consome mais e tende a gerar manutenção mais cara depois. Sustentabilidade aqui é simplesmente evitar o efeito cascata.

QUAIS PRÁTICAS AJUDAM A ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL NA FROTA?
A maior armadilha é tentar resolver tudo com uma medida única. O que funciona, na maioria das operações, é um pacote de ações pequenas — acompanhadas com disciplina e gestão de dados. Na prática, estas são as que mais costumam entregar resultado:

  • Gestão ativa de marcha lenta: identificar onde acontece, por quanto tempo, em quais turnos e por quais motivos. A partir daí, atuar com política operacional, treinamento e tecnologia (inclusive automações).
  • Condução eficiente com acompanhamento contínuo: Orientação é tudo. É treinar, medir, dar feedback e criar padrões. Eco-driving tende a funcionar quando vira rotina de gestão, não evento pontual.
  • Manutenção orientada a eficiência: calibragem, itens de desgaste, regulagem e saúde do veículo afetam consumo antes de qualquer pane.
  • Rotas e planejamento com base em dados: menos desvios e menos improviso significam menos km sem valor e menos tempo ocioso.
  • Gestão por indicadores e exceções: ao invés de olhar tudo, o gestor passa a olhar o que sai do padrão — veículo que consome demais, rota que piorou, motorista com excesso de idling, unidade com maior reincidência.

A sustentabilidade começa a aparecer quando a empresa consegue responder, sem hesitar: “onde está o desperdício, quanto custa e o que estamos fazendo  para reduzir”.

COMO A TECNOLOGIA CONTRIBUI PARA METAS ESG
Metas ESG demandam duas coisas que os envolvidos na operação nem sempre gostam de encarar: método e registro. E isso é tão verdadeiro quanto necessário. Porque, quando a empresa se estrutura bem, o ESG evolui de exigência politicamente correta para um sistema de gestão.

No dia a dia da frota, o consumo de combustível e as emissões associadas geralmente entram em Escopo 1 (emissões diretas), porque vêm de fontes móveis sob controle da organização. A própria EPA descreve o Escopo 1 como emissões diretas de fontes controladas/possuídas, incluindo veículos.

É importante entender o papel da tecnologia, especialmente quando transforma o ESG em indicadores que o gestor realmente usa. Em vez de “emissões estimadas anuais”, passa a acompanhar o que muda toda semana:

  • Consumo por km (ou por rota/linha) e sua tendência
  • Tempo de marcha lenta e seus picos por turno/local
  • Estimativa de CO₂ derivada do consumo (com fator transparente)
  • Eventos de condução que correlacionam com consumo (velocidade, aceleração, frenagem)
  • Disponibilidade e paradas (porque ineficiência operacional também vira carbono e custo)

Quando isso vira rotina, o relatório ESG passa a ser uma consequência natural da gestão. “A tecnologia Kontrow viabiliza a gestão, o que naturalmente tende a reduzir desperdício e, portanto, emissões. Vale citar, por exemplo, o shutdown inteligente como estratégia para atacar marcha lenta prolongada. Ao desligar automaticamente o veículo em situações de ociosidade excessiva, combate um desperdício clássico que pesa no combustível e nas emissões”, comenta Alexandre Fagundes, Diretor Comercial e de Marketing da Kontrow.

 “No fim do dia, a pergunta que importa é: ‘minha frota está melhorando ou apenas está tentando melhorar?’. Quando existe telemetria avançada como a da Kontrow, histórico e processos, a resposta para essa pergunta, invariavelmente, será positiva”, completa.


Top 10 benefícios da telemetria de ponta na gestão de frotas de ônibus

Em operações de transporte coletivo, a margem para erro é praticamente inexistente. Gestores lidam diariamente com um equilíbrio sensível entre pontualidade, segurança, custo por quilômetro e a crescente pressão pela transição energética. O grande desafio é que, sem dados precisos, a gestão torna-se puramente reativa: o problema surge, a frota para, os custos escalam e a experiência do passageiro se deteriora rapidamente.

A telemetria de ponta rompe esse ciclo. Ela transforma cada veículo em uma fonte ininterrupta de inteligência operacional. na visão da Kontrow, ativos modernos não são só hardware: são hardware + dados + análise orientada à performance e longevidade.

Neste artigo, detalhamos os 10 principais benefícios da tecnologia Kontrow para a gestão de frotas — e como esses ganhos se traduzem em resultados financeiros e operacionais reais.

O QUE DEFINE A TELEMETRIA DE PONTA?
Diferente do rastreamento convencional, a telemetria avançada que desenvolvemos na Kontrow foca em coleta multidimensional (captura de sinais mecânicos, elétricos, de energia e comportamento de condução via barramento CAN-BUS); inteligência em tempo real (alertas baseados em regras operacionais complexas, não apenas em eventos isolados); análise de tendências (uso de ciência de dados para identificar anomalias antes que elas se tornem falhas); ecossistema integrado (BI nativo e APIs que conectam a telemetria ao seu ERP e sistemas de manutenção).

TOP 10 BENEFÍCIOS ESTRATÉGICOS PARA A OPERAÇÃO EM FROTA DE ÔNIBUS

  1. Maximização da disponibilidade (redução do downtime)

A manutenção reativa é o inimigo do fluxo de caixa. Ao monitorar parâmetros críticos como temperatura, pressão e vibração, a tecnologia Kontrow identifica desvios que precedem a pane.

O impacto Kontrow: Por meio da análise de padrões, a solução permite que a oficina se antecipe, reduzindo o tempo de veículo parado e a necessidade de manter uma frota reserva elevada. Estudos de mercado indicam que a manutenção preditiva pode reduzir o downtime (tempo de indisponibilidade) em até 50%.

  1. Manutenção baseada em condição real

É possível abandonar a rigidez dos calendários fixos. Por que trocar um componente que ainda tem vida útil? Ou, pior, por que esperar a quilometragem se o veículo operou em condições severas?

O impacto Kontrow: Nossa telemetria monitora o desgaste real de itens como sistemas de transmissão e freios. Em operações analisadas pela Kontrow, observou-se um aumento de até 80% na vida útil da embreagem e 60% nos freios, otimizando o TCO (Custo Total de Propriedade).

  1. Segurança viária e mitigação de riscos

A segurança é o valor inegociável no transporte. A telemetria monitora excessos de velocidade, frenagens bruscas e curvas agressivas em tempo real.

O impacto Kontrow: Em operações que utilizam a tecnologia Kontrow, há registros de redução de 51% em acidentes com culpa. Isso protege vidas e preserva o patrimônio da empresa.

  1. Excelência na experiência do passageiro

Uma condução suave é o que define a qualidade percebida por quem utiliza o serviço.

O impacto Kontrow: Dados analisados pela Kontrow mostram uma redução de 84% nas reclamações de passageiros e uma queda de 90% em ocorrências de quedas no interior dos veículos, resultado direto de uma condução mais padronizada e segura.

  1. Eficiência energética e redução de custos

O combustível é um dos maiores pesos no OPEX (despesa operacional). É possível reduzir o desperdício atacando hábitos como o motor ocioso e acelerações desnecessárias.

O impacto Kontrow: Clientes Kontrow alcançam, em média, 8,9% de economia de combustível, podendo chegar a 18% em cenários de otimização total. O dispositivo Shutdown da Kontrow evita que o motor permaneça ligado sem necessidade, podendo gerar economia de centenas de litros por mês.

  1. Gestão de pessoas orientada por dados e rankings de performance

A telemetria não deve ser vista apenas como monitoramento e coleta de dados, mas como uma ferramenta de desenvolvimento a partir de análises altamente qualificadas.

O impacto Kontrow: A plataforma permite criar rankings de motoristas baseados em scores técnicos. Isso permite reconhecer os melhores profissionais e direcionar treinamentos específicos para quem realmente precisa, transformando dados em evolução profissional.

  1. Governança e rastreabilidade total

Em um setor com alta exigência de conformidade, ter dados auditáveis é uma questão de conformidade e segurança jurídica.

O impacto Kontrow: A solução oferece um histórico completo de intervenções e diagnósticos, servindo como suporte para transparência operacional frente a órgãos reguladores e auditorias internas.

  1. Controle de desvios e integridade operacional

Garantir que o planejamento seja executado é fundamental para a rentabilidade da linha.

O impacto Kontrow: Por meio de cercas geográficas (geofencing) e alertas de rota, é possível reduzir desvios não autorizados e o uso indevido do veículo, garantindo que o ativo esteja onde deveria estar.

  1. Otimização para a frota elétrica

A eletrificação exige uma nova métrica: a saúde da bateria e o planejamento de recarga.

O impacto Kontrow: A solução Kontrow é compatível com frotas elétricas e mistas. Desenvolvemos algoritmos específicos para monitorar o SOC (Estado de Carga) e o SOH (Estado de Saúde), ajudando a tornar a transição energética seja previsível, segura e lucrativa.

  1. Decisão ágil com BI e Integração

Informações sem análise são apenas ruídos. Ter conhecimento em ciência de dados e saber operar a tecnologia que realmente faz a diferença. BI transforma dados em decisão operacional.

O impacto Kontrow: A Kontrow oferece BI nativo com mapas de calor e integração via API. Em operações de alta quilometragem, o ROI (Retorno sobre o Investimento) da nossa solução pode ser alcançado em menos de seis meses.

"É importante salientar que a Kontrow não é apenas um fornecedor de software. Investimos 20% do nosso faturamento em P&D para garantir tecnologia própria e customizável. Seja para ônibus a combustão ou para os novos modelos elétricos, nossa missão é converter a complexidade técnica em facilidade de gestão”, garante Assaf Faiguenboim, diretor da Kontrow.


Transição para veículos elétricos: como a telemetria pode fazer a diferença

A eletrificação deixou de ser apenas “tendência” e vem ganhando cada vez mais espaço nas ruas e estradas do Brasil e do mundo. Globalmente, as vendas de carros elétricos ultrapassaram a marca de 17 milhões em 2024 e seguem avançando, com expectativa de mais de 20 milhões em 2025, chegando a cerca de 1 em cada 4 carros vendidos.

No Brasil, o movimento também acelera: a ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico) registrou 223.912 veículos eletrificados leves vendidos em 2025, um crescimento sólido de 26% sobre o ano anterior.

Para frotas, contudo, a transição não significa simplesmente substituir a bomba de combustível por uma tomada. Trata-se de mudar o “centro de gravidade” da operação. A bateria se torna o principal ativo, a recarga entra no roteiro operacional e o estilo de condução impacta diretamente custo, disponibilidade e autonomia. Para que essa engrenagem funcione, a telemetria de ponta pode ser ser utilizada pelo gestor como ferramenta para a tomada de decisão.

"A Kontrow já nasceu preparada para essa transição. Nossa tecnologia é 100% compatível com frotas elétricas e mistas, permitindo a leitura precisa do consumo de energia, gestão de autonomia e planejamento inteligente de recargas", afirma Alexandre Fagundes, Diretor Comercial e de Marketing da Kontrow.

A ELETRIFICAÇÃO MUDA A GESTÃO DE FROTA (MAIS DO QUE PARECE)
Em veículos a combustão, a pergunta diária é: quanto consumiu e quando para abastecer? Em veículos elétricos, as perguntas básicas se multiplicam

1- Autonomia Real: Qual o alcance exato considerando rota, carga transportada e temperatura externa?

2- Eficiência de Recarga: Qual o melhor momento para carregar sem comprometer a disponibilidade da frota?

3- Preservação do Ativo (SOH): Como monitorar a saúde da bateria e evitar o uso que acelera a degradação?

4- Condução Regenerativa: Como treinar motoristas para usar o freio motor e a regeneração a favor da autonomia?

Com a tecnologia desenvolvida pela Kontrow, a ciência de dados é aplicada ao dia a dia da operação. Em frotas elétricas, monitorar o SOC (State of Charge - Estado de Carga) e o SOH (State of Health - Esta. Em frotas elétricas, monitorar o SOC (State of Charge - Estado de Carga) e o SOH (State of Health - Estado de Saúde) é gestão pura de ativos.

Estudos do NREL (Laboratório Nacional de Energia Renovável) indicam que o uso de dados para gerenciar indicadores SOC e SOH pode prolongar significativamente o ciclo de vida das baterias e reduzir custos de manutenção.

DO “TANQUE” À TOMADA - O QUE MONITORAR EM FROTA ELÉTRICA
A forma mais simples de entender a diferença é pensar desta forma: o combustível é comprado por litro; a energia, por kWh e por janela de recarga.

Confira abaixo um mapa comparativo sobre a transição para a eletromobilidade e como a telemetria Kontrow atua como o elo de eficiência:

Gestão do "Combustível": De Litros para kWh

  • Frota a combustão: O foco central é a métrica de km/L.
  • Frota elétrica: A unidade de medida passa a ser kWh/km.
  • O papel da telemetria: Viabiliza o monitoramento preciso do consumo considerando variáveis críticas como topografia, carga transportada, uso do ar-condicionado e comportamento do motorista.

Abastecimento vs. Planejamento de Recarga

  • Frota a combustão: Abastecimento rápido e com ampla rede de distribuição.
  • Frota elétrica: Exige um planejamento estratégico de recarga.
  • -O papel da telemetria: Permite gerenciar janelas de recarga, prever filas em carregadores, monitorar a potência da estação e garantir previsibilidade total para evitar o veículo parado fora de hora.

O "Tanque" como Ativo Estratégico (Bateria)

  • Frota a combustão: Baixa degradação operacional do tanque de combustível.
  • Frota elétrica: A bateria é um componente vivo que degrada conforme o uso e a temperatura.
  • O papel da telemetria: É decisivo para monitorar o SOC e o SOH, controlando ciclos de carga, temperatura e emitindo alertas sobre padrões de desgaste acelerado.

Evolução da Manutenção

  • Frota a combustão: Baseada em mecânica tradicional e trocas periódicas de fluidos/filtros.
  • Frota elétrica: Menos itens mecânicos, porém com novos componentes eletrônicos críticos.
  • O papel da telemetria: Transforma a manutenção em um modelo baseado em condição real, monitorando a saúde dos componentes elétricos e periféricos em tempo real.

O Motorista como Gestor de Autonomia

  • Frota a combustão: O estilo de condução afeta o consumo e o risco de acidentes.
  • Frota elétrica: O condutor impacta diretamente a autonomia total e a eficiência da frenagem regenerativa.
  • O papel da telemetria: Entrega scores de condução precisos, permitindo treinamentos voltados para a padronização e o uso inteligente da regeneração de energia.

COMO A TELEMETRIA AVANÇADA VIABILIZA A OPERAÇÃO ELÉTRICA
A tecnologia da Kontrow remove as incertezas da transição e estabiliza a operação em quatro frentes estratégicas:

1- Autonomia de Precisão: Do "catálogo" à realidade da rota

A autonomia nominal informada pelos fabricantes raramente sobrevive aos desafios do mundo real — relevo, carga máxima e uso intenso de climatização alteram drasticamente o alcance. A telemetria Kontrow traduz esses dados em autonomia real por linha, rota e turno, transformando a estimativa em dado confiável (kWh/km).

2- Proteção do CAPEX: Gestão da saúde da bateria (SOH)

A bateria é o ativo mais caro e crítico de uma frota elétrica; sua degradação define o TCO (Custo Total de Propriedade). A telemetria atua como um sistema de monitoramento preventivo, acompanhando em tempo real os indicadores de SOH.

Ao monitorar variações de temperatura e padrões de descarga, a tecnologia Kontrow antecipa falhas e evita o desgaste acelerado. O objetivo é claro: otimizar os ciclos de carga para prolongar a vida útil do ativo, garantindo que o investimento se pague ao longo do tempo.

3- Planejamento de Recarga: O fim do "modo emergência"

Eletrificar sem inteligência de dados gera gargalos logísticos. A proposta da Kontrow é elevar a recarga ao status de planejamento operacional estratégico. Por meio de ferramentas de BI (Business Intelligence) nativas, o gestor visualiza mapas de calor que identificam padrões de uso e horários críticos.

4- Segurança e Performance: O binômio da eficiência

Em veículos elétricos, o comportamento do condutor tem consequência dupla: segurança viária e eficiência energética via frenagem regenerativa. A Kontrow desenvolveu algoritmos específicos para a realidade elétrica, monitorando padrões de aceleração e frenagem que impactam diretamente a autonomia disponível.

Os números validam a tecnologia: em operações que utilizam a inteligência Kontrow, observamos uma redução de até 51% em acidentes com culpa. No transporte coletivo, essa padronização reflete em uma condução mais suave, elevando os índices de satisfação do passageiro e reduzindo o desgaste prematuro de componentes periféricos como pneus e sistemas de freio”, avalia Alexandre Fagundes, que completa.

Trocar motor por bateria não resolve, sozinho, as novas variáveis da operação. O que resolve é transformar variáveis em indicadores, indicadores em decisão, e decisão em rotina. A telemetria é o que torna a frota elétrica gerenciável, previsível e escalável. Na Kontrow, a personalização é um componente estratégico: personalização. Entregamos soluções sob medida a partir de um investimento contínuo em P&D.

 

 

 

 

 


Economia e eficiência: como melhorar o desempenho dos motoristas e reduzir o consumo de combustível

Pense no tanque de combustível de cada veículo da sua frota como parte de um centro de custos com monitoramento digital. Cada trajeto, cada parada desnecessária, cada minuto de motor ligado sem sair do lugar aparece, mais cedo ou mais tarde, na linha de resultado. Em um ambiente de fretes pressionados e custos voláteis, economizar combustível por meio de uma gestão proativa deixa de ser detalhe operacional e passa a ser decisão estratégica.

A gestão de frotas evoluiu e segue evoluindo constantemente. Se antes bastava saber por onde o veículo passava, hoje, o padrão é combinar telemetria avançada, análise de dados em plataforma de Business Intelligence (BI), planejamento logístico e cultura de performance baseada em dados de condução. A performance dos motoristas aparece como um dos principais instrumentos dessa nova lógica, utilizando os veículos da forma ideal para conseguir o melho desempenho, trabalhando a inércia do motor, dirigindo na faixa verde de rotação econômica e usando o freio motor.

Mas é preciso cuidado para não cair em armadilhas nesse processo. A direção segura não compromete o cumprimento de horários. Pelo contrário, garante que serão cumpridos, pois, evita os acidentes de percurso e seus custos associados.

Os indicadores da telemetria, permitem a avaliação em tempo real da condução do motorista, indicando os erros e ajudando no seu treinamento. Associado a rotinas de revisão no seu comportamento e a um plano de benefícios, são a receita garantida da economia.

TOP 4 MECANISMOS PARA REDUÇÃO DE CONSUMO POR MEIO DA ROTEIRIZAÇÃO

1- Menos quilômetros rodados e menos tempo em movimento desnecessário.
Ajustes na sequência de paradas, eliminação de retornos e sobreposição de trajetos cortam diretamente a quilometragem rodada na linha. Menos quilômetros significam menos litros consumidos.

2- Velocidade média mais estável, na faixa de melhor rendimento.
Ao priorizar vias onde o veículo mantém velocidade constante, o motor trabalha mais tempo na faixa de rotação ideal (faixa verde de rotações por minuto – RPM). Isso reduz as acelerações fortes e as frenagens bruscas, que elevam o consumo.

3- Redução de marcha lenta (motor ligado com veículo parado).
Rotas planejadas sem atenção à realidade do trânsito geram filas, esperas em pátios e tempo ocioso em docas. O motor em marcha lenta continua queimando combustível (pode queimar até 2 litros por hora) e aumentando emissões. Funções como o shutdown inteligente da Kontrow desligam o motor com segurança em situações de ociosidade prolongada.

4- Adequação da rota ao perfil do veículo e da carga.
A escolha de trechos menos íngremes, vias com pavimento mais regular e pontos de parada bem distribuídos reduz esforço mecânico e consumo, principalmente em veículos pesados.

Dados concretos comprovam o acerto dessas medidas. Com a combinação de roteirização inteligente e telemetria avançada, clientes da Kontrow já registraram até 18% de redução de consumo, com 8,9% de economia média e casos em que a gestão de marcha lenta e o desligamento automatizado renderam até 417 litros de diesel economizados por mês por veículo.

POR QUE O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL É UM DOS MAIORES CUSTOS DA OPERAÇÃO?
O diesel é o principal insumo energético do transporte rodoviário de cargas no Brasil e responde por parte relevante do custo por quilômetro rodado. Em muitas operações de veículos pesados, o combustível pode representar de 30% a 50% do custo operacional da frota.

Três aspectos tornam esse item especialmente crítico:

Volume consumido: frotas que percorrem centenas de milhares de quilômetros por mês amplificam qualquer ineficiência. Um desvio aparentemente modesto de quilometragem por litro, quando aplicado a dezenas ou centenas de veículos, transforma-se em milhares de litros adicionais no fim do período.

Volatilidade de preços: o valor do diesel responde a movimentos do mercado internacional de petróleo, câmbio e política doméstica de preços. Oscilações bruscas comprimem margens e reduzem a previsibilidade do fluxo de caixa. Controlar o volume consumido é, muitas vezes, o único fator sob domínio direto da empresa.

Custos ocultos de manutenção: condução agressiva, uso inadequado de marchas, frenagens intensas e rota incompatível com o tipo de veículo aumentam o consumo e encurtam a vida útil de componentes caros – como freios, embreagem, pneus e turbinas. Em projetos conduzidos com a tecnologia da Kontrow, há registros de até 60% de aumento na vida útil dos freios, 80% na embreagem e até 100% nas turbinas, quando o estilo de condução é corrigid com base em dados.

Controlar combustível, portanto, não significa apenas pagar menos no posto de abastecimento. Significa proteger a margem, preservar ativos e reduzir o risco operacional.

ENTENDA QUAIS INDICADORES AJUDAM NA ECONOMIA DA FROTA
Está claro que olhar apenas o consumo médio da frota em km/L já não basta. A telemetria desenvolvida por empresas de ponta como a Kontrow coleta dados digitais diretamente na rede Controller Area Network (Rede CAN bus) do veículo e permite enxergar o que realmente está por trás de um consumo maior ou menor.

Alguns indicadores são decisivos para transformar informação em economia:

Consumo por rota (km/L)
Compara a eficiência de cada trajeto, não apenas do veículo. Ajuda a identificar rotas estruturalmente caras e oportunidades de redesenho.

Tempo em marcha lenta
Mostra por quanto tempo o motor permaneceu ligado com o veículo parado em pátios, docas ou congestionamentos. Serve de base para políticas de shutdown inteligente e revisão de janelas de atendimento e processos de carregamento.

Tempo em faixa verde (RPM)
Indica o percentual da viagem em que o motor permaneceu na faixa de rotação recomendada pelo fabricante. Quanto maior esse índice, menor tende a ser o consumo e o desgaste de componentes.

Eventos de condução agressiva
Registra acelerações bruscas, frenagens fortes, curvas em alta velocidade e excesso de velocidade. Esses eventos trazem impacto direto em consumo, manutenção e risco de acidentes.

Com esses indicadores organizados em relatórios analíticos e painéis de Business Intelligence (BI), a gestão passa a enxergar com clareza onde a frota consome mais, por qual motivo e o que precisa ser ajustado primeiro, seja rota, processo ou comportamento de condução.

COMO A TECNOLOGIA IDENTIFICA ROTAS MAIS EFICIENTES
A tecnologia da Kontrow cruza três grandes conjuntos de dados para identificar e refinar rotas econômicas, dados do veículo, dados de localização e contexto e Histórico massivo de operação.

Informações da rede CAN bus trazem, em alta frequência, parâmetros como velocidade, rotações por minuto, posição do acelerador, uso do freio, temperatura e status de sistemas eletrônicos. Esses são os principais dados extraídos do veículo e que ajudam na estratégia para entender as melhores rotas.

Os dados externos surgem do uso de GPS, que permite associar cada comportamento do veículo a um ponto do mapa. Subidas longas, descidas, áreas urbanas, rodovias, zonas de restrição de circulação, acessos a clientes e pontos de parada são os dados de localização e contexto.

Computados todos os dados, o histórico de operação aparece na nossa plataforma de dados, o Kontrow DataBus (KDB), que processa milhões de viagens e consolida cerca de um terabyte de dados mensais. Esse volume cria uma base estatística sólida para comparar desempenho entre rotas, modelos de veículos, turnos de operação e perfis de carga”, explica Assaf Faiguenboim, diretor da Kontrow.

Com esse tripé, a plataforma identifica trechos de alto consumo, simula alternativas de rota e aponta aquelas com melhor combinação de tempo e consumo de combustível. Na ponta, os dispositivos da Kontrow oferecem feedback em tempo real ao motorista, alertando sobre saídas da faixa verde, excesso de velocidade e marchas inadequadas. Assim, a rota planejada e a forma de condução convergem para o mesmo objetivo: viagens mais econômicas e seguras.

A Kontrow reúne, em uma solução única, software e hardware próprios e serviços especializados para atacar as três frentes principais de custo: combustível, manutenção e segurança. As soluções são compatíveis com veículos que atendem às normas de emissões Euro 3, Euro 5 e Euro 6, além de modelos movidos a gás, biocombustível, elétricos e máquinas da chamada linha amarela”, complementa Assaf Faiguenboim.


Como os alertas em tempo real impulsionam a eficiência na frota

O sucesso em operações como gestão de frotas está diretamente ligado ao timing. Por definição, timing é o momento
certo para agir, é saber quando fazer algo — nem antes, nem depois — para que a ação tenha o máximo impacto,
eficiência ou relevância. Para quem ainda acredita que timing é feeling, ou sensibilidade para perceber oportunidades,
vale lembrar que vivemos a era de avanços tecnológicos sem precedentes. E que, no setor do transporte pesado,
sensores de telemetria estão entre os melhores amigos dos administradores. É a partir deles e da posterior análise dos
dados, que alertas em tempo real impulsionam a tomada de decisões para operações seguras, econômicas e eficientes.

Não é exagero classificar os alertas em tempo real entre as ferramentas mais poderosas da telemetria veicular. São
como o mensageiro que chega com antecedência ao campo de batalha, avisa ao general sobre a chegada do inimigo e
ainda traz informações sobre como derrotá-lo. Por meio de tecnologias de monitoramento e análise de dados, auxilia
na prevenção de falhas, redução de custos, proteção aos motoristas e otimização da produtividade, se tornam o elo de
ligação entre monitoramento contínuo, controle operacional e gestão estratégica.

AUTOMAÇÃO REAL TIME
Em telemetria, alertas em tempo real são notificações automáticas que avisam imediatamente sobre eventos ou
condições específicas que estão acontecendo no exato momento em que são detectadas. É como um "sistema de
alarme", com o benefício de, muitas vezes, entrar em ação ao menor sinal de inconformidade de sistemas ou
comportamento de componentes. E isso faz toda a diferença dentro de uma estratégia de manutenções preditivas.

A equação que coloca essa engrenagem para funcionar é de fácil entendimento: a telemetria coleta dados de forma
remota, a partir de sensores e dispositivos, monitorando dados como temperatura do motor, a carga de uma bateria
elétrica veicular ou o nível de estoque em uma máquina de vendas, por exemplo. Tudo é automatizado, pois os alertas
em tempo real entram em cena quando esses dados atingem um limite pré-definido.

BENEFÍCIOS BÁSICOS DOS ALERTAS
-Reduzem o tempo de resposta a problemas, evitando atrasos e prejuízos.
-Eliminam desperdícios operacionais, como rotas mal planejadas ou uso indevido dos veículos.
-Melhoram o desempenho dos motoristas, por meio de feedbacks constantes e treinamentos direcionados.
-Aumentam a disponibilidade da frota, ao prevenir falhas e otimizar manutenções.
-Fortalecem a cultura de segurança, reduzindo acidentes e protegendo vidas.
-Geram dados confiáveis para decisões estratégicas, como renovação de frota, investimento em tecnologia ou revisão
de processos logísticos.

E para que os gestores possam tomar suas decisões de forma assertiva, os sistemas de telemetria e rastreamento
veicular monitoram uma série de parâmetros operacionais e comportamentais, captando dados relacionados tais
como:

-Velocidade
-Aceleração e frenagem
-Consumo de combustível
-Tempo de marcha lenta
-Rotas percorridas
-Estado da ignição
-Condições climáticas e de pista
-Comportamento do motorista

Esses alertas acionados a partir da coleta e análise desses dados podem ser recebidos pelos gestores de variadas
formas, como aplicativo, e-mail, SMS ou diretamente na central de monitoramento, sempre com a meta de oferecer
agilidade e confiabilidade das informações a fim de que as intervenções sejam rápidas e precisas.

O QUE OS ALERTAS EM TEMPO REAL AJUDAM A PREVENIR?
Atuando como uma camada de proteção ativa para a operação, a principal função dos alertas é permitir que os
gestores sejam mais proativos que reativos, ou seja, que consigam antecipar problemas antes que se tornem prejuízos
que podem ser catastróficos para uma empresa.

5 TÓPICOS CRUCIAIS PARA FROTAS VEICULARES

1. Falhas mecânicas
Alertas de temperatura elevada, baixa pressão dos pneus ou desgaste de componentes indicam a necessidade de
manutenção antes que ocorra uma pane.

2. Acidentes de trânsito
Alertas de frenagem brusca, curvas perigosas, excesso de velocidade e condução agressiva permitem identificar
comportamentos de risco e agir preventivamente.

3. Desperdício de combustível
Alertas de motor ocioso, condução desengrenada ou aceleração excessiva contribuem para uma direção mais
econômica e consciente.

4. Desvios operacionais
Notificações sobre rotas não autorizadas, paradas em locais indevidos ou uso fora do horário comercial ajudam a evitar
fraudes, roubos e uso indevido dos veículos.

5. Infrações e penalidades
Ao monitorar o comportamento dos motoristas, os alertas ajudam a reduzir infrações de trânsito, evitando multas e
pontos na CNH.

NO MOMENTO EXATO
Os alertas são úteis em todas as fases da operação, mas se tornam especialmente valiosos em momentos críticos:

-Durante o trajeto: para monitorar a condução e garantir que o motorista siga o plano logístico com segurança.
-Em áreas de risco: como zonas com histórico de roubos ou acidentes, onde a resposta rápida pode evitar perdas.
-Em operações noturnas ou longas: quando o risco de fadiga aumenta e o monitoramento contínuo é essencial.
-Durante entregas sensíveis: como cargas perecíveis, medicamentos ou produtos de alto valor, que exigem controle
rigoroso.
-Em situações climáticas adversas: como chuva intensa ou neblina, onde alertas de velocidade e pista escorregadia
ajudam a evitar acidentes.

Como a eficiência da frota está diretamente ligada à capacidade de agir com rapidez, precisão e inteligência, empresas
que utilizam alertas inteligentes conseguem reduzir custos, aumentar a produtividade e entregar mais valor ao cliente
final. E tudo isso tudo isso com mais controle e menos improviso.

TOP 5 DA APLICAÇÃO DE ALERTAS EM TEMPO REAL

1. Planejamento logístico
-Monitoramento de rotas e tempos de entrega
-Identificação de gargalos e pontos de melhoria
-Otimização de trajetos com base em dados reais

2. Gestão de motoristas
-Avaliação de desempenho individual
-Correção de comportamentos de risco
-Incentivo à direção defensiva e econômica

3. Manutenção e controle técnico
-Programação de manutenções preditivas
-Redução de falhas mecânicas inesperadas
-Prolongamento da vida útil dos veículos

4. Segurança patrimonial
-Monitoramento de cercas geográficas (geofencing)
-Ações rápidas em caso de emergência
-Prevenção de roubos e furtos

5. Gestão financeira
-Controle de consumo de combustível
-Redução de custos operacionais
-Previsibilidade orçamentária

Os alertas em tempo real são muito mais do que notificações técnicas. Representam uma nova forma de gerenciar
frotas com inteligência, conectividade e precisão. Ao integrar dados, comportamento e tecnologia, os alertas
transformam a operação em um sistema vivo, capaz de se adaptar, corrigir e evoluir continuamente”, comenta Assaf
Faiguenboim, da Kontrow.


Saiba como a telemetria Kontrow pode aumentar a eficiência na operação de terminais portuários

Telemetria em Portos: Transformando dados em eficiência operacional

O que aconteceria se um aeroporto se arriscasse a operar sem a torre de controle aéreo? Aviões pousariam e decolariam sem coordenação, o caos se instalaria e o risco de acidentes subiria às alturas (perdão pelo trocadilho). Em portos, a lógica é similar em relação à telemetria. É ela quem garante a visão centralizada, transformando o fluxo incessante de máquinas e caminhões em uma operação coordenada, segura e lucrativa em meio ao vai-e-vem de contêineres.

Olhar para um terminal sem telemetria é como tentar diagnosticar um paciente apenas pelo que ele aparenta. Pode estar tudo bem na superfície, enquanto internamente há problemas que podem se agravar. A telemetria funciona como um raio-X. Revela o que os olhos não veem e dá clareza total para a tomada de decisão dos gestores responsáveis pela operação portuária.

Para garantir eficiência em um ambiente recheado de contêineres e movimentações intensas, decisões operacionais com base em percepções subjetivas já não bastam. É preciso alinhamento com um modelo de operação, baseado em telemetria. A captura, transmissão e análise sistemática de dados emergem como pilares decisivos para elevar a produtividade, reduzir falhas e direcionar investimentos de forma precisa.

COMO FUNCIONA A MOVIMENTAÇÃO EM UM PORTO DE CONTÊINERES
Um porto é, em essência, um ecossistema altamente coordenado, onde diferentes agentes (navios, caminhões, guindastes, empilhadeiras, sistemas digitais e pessoas) interagem em fluxo contínuo.

A jornada de um contêiner dentro de um terminal portuário costuma seguir os seguintes passos:

1- O navio atraca no berço (dock) do terminal, previamente agendado.
2- Antes mesmo da chegada, há planejamento logístico: qual guindaste será usado, onde os contêineres serão descarregados, para quais caminhões ou áreas eles seguirão.
3- STS Cranes (guindastes de cais) retiram os contêineres do navio e os colocam em veículos internos, como caminhões de pátio (terminal tractors).
3_1- O processo é inverso quando há carregamento: contêineres armazenados no pátio são transportados até o navio para embarque.
4- Caminhões de pátio levam os contêineres até áreas específicas: pátios de armazenagem, áreas de inspeção alfandegária, ou diretamente para gates de saída.
5- Máquinas como RTGs (Rubber Tyred Gantry Cranes) e reach stackers organizam contêineres em pilhas ou transferem de um modal para outro.
6- Contêineres são empilhados em blocos e precisam ser constantemente reorganizados para liberar espaço ou atender ordens de saída.
7- Transportadoras chegam aos gates do terminal para retirar ou entregar cargas.

ONDE ENTRAM OS GARGALOS?

No tempo ocioso de máquinas: guindastes ou empilhadeiras parados esperando ordens.

Nas filas de caminhões: transporte rodoviário travado por falta de sincronização.

No retrabalho no pátio: necessidade de mover contêineres várias vezes até chegar ao contêiner correto. E cada movimentação tem custo, tempo e impacto na produtividade.

Na manutenção não planejada: falha em um guindaste ou veículo que paralisa parte da operação.

Para profissionais de companhias que atuam no ecossistema portuário (terminalistas, operadores de equipamentos, prestadores de serviço, empresas de automação), é fundamental entender como a telemetria aplicada às máquinas e processos dessa área, com base técnica e visão estratégica, gera valor real.

Para mostrar como os recursos de telemetria se traduzem em valor para os gestores de portos, alguns vamos explorar casos de aplicação e os benefícios concretos:

A. Otimização da produtividade por máquina
Com os relatórios de movimentações por máquina (data, hora, modelo), é possível comparar cada uma entre si, verificar a produtividade média por turno ou operador, e reposicionar recursos para balancear as cargas. Em muitos casos, o profissional descobre que um equipamento menor, se bem operado, pode superar um maior por uso mais consistente.

B. Detecção precoce de falhas e manutenção preditiva
Ao monitorar variáveis como vibração, temperatura, regimes extremos de operação e padrões de uso, é possível antecipar falhas emergentes antes que gerem parada total. Isso reduz custos com reparos emergenciais e aumenta a disponibilidade dos equipamentos.

C. Redução de tempo ocioso e filas de caminhões
Integrando telemetria das máquinas com dados de chegada de caminhões e mecanismos de agendamento de slot/gate, é possível diminuir o tempo que os caminhões ficam parados no terminal ou esperando atendimento. Isso promove ganho de eficiência logística e melhor experiência para clientes e transportadores.

D. Redução de consumo de combustível e emissões
Quando as máquinas permanecem ociosas com motor ligado, há consumo extra e, consequentemente, mais gastos. Estratégias baseadas em telemetria (shutdown automático, desligamento em espera prolongada) evitam esse desperdício. E como portos buscam metas ambientais e menores emissões, esse controle ajuda nos compromissos ESG.

E. Identificação de gargalos e alocação de capital
Com dados georreferenciados de movimentação, é possível observar que determinadas áreas do pátio geram mais ociosidade ou retrabalho. Assim, os investimentos em pavimentação, redistribuição de vias, guindastes adicionais ou reorganização do layout podem ser mais bem direcionados.

F. Auditoria, compliance e transparência
Toda operação fica registrada: quantas movimentações, quando e por quem. Em casos de disputas comerciais, contratos, fiscalização ou auditorias internas, é possível gerar relatórios confiáveis em instantes.

Outro exemplo concreto é a atuação da Kontrow junto aos portos brasileiros. A empresa especializada em telemetria já opera com relatórios de movimentação de contêineres, integrando dados da rede CAN das máquinas e gerando informes com precisão, como controle por data, hora, modelo da máquina, localização e performance.

Essa integração direta com a infraestrutura das máquinas é o que diferencia uma telemetria robusta de tentativas superficiais de monitoramento. “Para a Kontrow e seus clientes portuários, a proposta de valor é clara: oferecer visibilidade em tempo real, redução de custos, decisões melhores, manutenção preventiva e alocação de capital mais assertiva. Tudo isso com base em dados confiáveis extraídos diretamente do maquinário e da operação do terminal, a partir das nossas soluções desenvolvidas a partir de tecnologia própria”, comenta Assaf Faiguenboim, da Kontrow.

TOP 6 BENEFÍCIOS DA TELEMETRIA PERSONALIZADA EM PORTOS

1- Shutdown automático em espera prolongada
Quando um equipamento fica parado por tempo excessivo, sem intervenção, pode-se ativar shutdown automático para economizar combustível, reduzir desgaste e qualquer tipo de risco. Isso é especialmente útil em terminais com fluxos descontínuos e incerteza de uso.

2- Relatórios de tempo por área
Ao associar dados de telemetria ao mapa do terminal, a operação pode saber quanto tempo os equipamentos passam em áreas como “espera embarque”, “área de posicionamento”, “área de descarga”. Com isso, os gestores visualizam zonas de gargalo e podem fazer ajustes.

3- Controle de condutores e desempenho
Além da máquina, o condutor - também chamado de operador - é elemento decisivo. A telemetria permite avaliar padrões de operação — por exemplo, se um operador comete muitas paradas, manobras não ideais, regime de rotação elevado, ou usos em faixas de consumo alto.

4- Fluxo elevado de caminhões e controle de filas/tempo ocioso
Terminais lidam com picos de chegada de veículos. Sem visibilidade, muitos minutos são perdidos em filas. Com telemetria integrada à gestão de pátio e sistemas de gate (portões), é possível combinar dados de chegada de caminhões com posicionamento de guindastes e previsões de disponibilidade, evitando congestionamento interno.

5- Redução de paradas não planejadas, aumento da vida útil e compliance
Ao captar dados de falhas (códigos de erro, tendências de vibração ou temperatura), a telemetria alimenta a manutenção preditiva, evitando quebras súbitas. Isso prolonga a vida útil dos equipamentos e permite auditoria em tempo real (com compliance, contratos de SLA, registro histórico).

6- Gargalos ocultos e alocação de investimento
Muitas vezes, os terminais investem em mais guindastes ou máquinas sem saber exatamente em que ponto está o gargalo real. Com relatórios de movimentações por máquina, por local, por tempo de uso, a telemetria revela onde convém investir.

A telemetria é um dos componentes centrais do conceito de porto inteligente (smart port). Nesse cenário, IoT, inteligência artificial, automação e análise avançada convergem para tornar a operação autônoma, previsível e otimizada.

Portos inteligentes atraem mais negócios, entregam prazos melhores e custos operacionais inferiores à concorrência. E já existem terminais portuários ao redor do mundo que relatam ganhos de throughput (capacidade de movimentação), redução de tempo de espera e menor consumo de energia com automação e telemetria combinadas.

A telemetria em portos representa uma virada de paradigma: da operação reativa, baseada em planilhas e “feelings de gestor”, para uma operação orientada a dados, previsível e otimizada. Em um mercado global cada vez mais competitivo e pressionado por eficiência operacional e requisitos ESG, os terminais portuários que investirem nessa capacidade terão diferencial estratégico.


Manutenção preditiva: como a telemetria ajuda a prevenir paradas inesperadas

Pense em uma maratona. O atleta sabe que a cada 10km haverá um posto de hidratação. Mas isso não é suficiente
para chegar inteiro até a linha de chegada após 42km. Por isso, usa um relógio inteligente que monitora sua saúde em
tempo real. Agora, vamos levar essa lógica para o dia a dia do transporte. A parada para beber água a cada 10km é a
manutenção preventiva. Já o smartwatch representa a manutenção preditiva, ou seja, os sensores de telemetria que
acompanham o estado real de cada componente do veículo e avisam quando algo está prestes a falhar.

A telemetria é o futuro que já chegou para um setor em que eficiência, confiabilidade e economia são essenciais para o
sucesso. Veículo quebrado, parado na oficina, vítima de uma falha inesperada, é prejuízo na certa. Por isso, a
manutenção preditiva com telemetria se consolida como uma das soluções mais inteligentes para empresas de
transporte e logística.

Ao integrar sensores, análise de dados e monitoramento em tempo real, essa tecnologia permite diagnosticar falhas
antes que elas aconteçam, evitando paradas inesperadas, protegendo motoristas e otimizando a operação da frota. É
como ter uma bola de cristal tecnológica nas mãos. Com a vantagem de que é uma ferramenta praticamente infalível,
com impacto direto na produtividade, na segurança do trabalho e na redução de custos.

A telemetria transforma dados brutos em decisões estratégicas e isso permite que a manutenção ocorra com base na
condição real de cada veículo e não apenas em um cronograma fixo, seja um caminhão ou um ônibus, com motor a
combustão ou elétrico.

TELEMETRIA + MANUTENÇÃO PREDITIVA: COMO FUNCIONA
Manutenção preditiva é uma estratégia para gestão de frotas baseada no monitoramento contínuo da condição dos
veículos. Para isso, os sensores embarcados são cruciais.

Esses sensores captam dados como:
-Temperatura do motor
-Vibração de componentes
-Pressão dos pneus
-Nível de fluidos
-Desempenho dos freios
-Consumo de combustível

As informações captadas pelos sensores são transmitidas para centrais onde algoritmos analisam padrões e identificam
anomalias que indicam se existem possibilidades de falhas iminentes.

A partir dos relatórios com a análise dos dados e informações sobre riscos de paradas inesperadas, os gestores de
frotas podem tomar 4 decisões essenciais:
1-Agendar manutenções no momento ideal
2-Evitar paradas emergenciais
3-Reduzir o desgaste prematuro de peças
4-Aumentar a vida útil dos veículos

QUANDO APLICAR MANUTENÇÃO PREDITIVA NA FROTA
A manutenção preditiva deve ser aplicada desde o início da operação e em todos os tipos de operações, porém, vale
ressaltar sua importância crítica em frotas com as seguintes características:
-Possuem alto volume de veículos ou quilometragem
-Operam em rotas críticas ou com cargas sensíveis
-Têm histórico de falhas recorrentes ou paradas não planejadas
-Buscam redução de custos e aumento da confiabilidade

Se é verdade que tempo é dinheiro, quanto mais cedo a empresa adotar a telemetria preditiva, mais rápido ocorrerá o
retorno sobre o investimento. Em muitos casos, os primeiros resultados podem aparecer em menos de 90 dias, graças
a garantia da redução de falhas e a melhoria na produtividade da frota.

ONDE A TELEMETRIA PODE IDENTIFICAR FALHAS ANTES QUE OCORRAM?
A telemetria atua em diversos pontos da operação, com destaque para:
-Sistema de arrefecimento: evita superaquecimento do motor
-Freios e suspensão: detecta desgaste e perda de eficiência
-Sistema elétrico: identifica falhas em baterias e alternadores
-Pneus: monitora pressão e temperatura para evitar estouros
-Lubrificação: controla níveis e viscosidade de óleos e fluidos
-Comportamento do motorista: avalia padrões de condução que aceleram o desgaste

TOP 5 IMPACTO DA MANUTENÇÃO PREDITIVA NOS CUSTOS DE OPERAÇÃO
1- Redução de até 30% nos custos com manutenção corretiva
2- Menor tempo de inatividade dos veículos
3- Economia com peças e mão de obra
4- Aumento da vida útil dos ativos
5- Melhoria na segurança e na proteção dos motoristas

ESG
Importante ressaltar que a manutenção preditiva contribui para a eficiência energética, principalmente em
função da redução do consumo de combustível e o consequente impacto ambiental da operação.
Manutenção preditiva integrada à telemetria veicular transcende a eficiência técnica. Alinhada diretamente
às diretrizes ESG, promove impactos positivos nos três pilares:

AMBIENTAL (E): Menos desperdício, mais sustentabilidade porque:
-Evita falhas mecânicas que causam emissões excessivas (como motores desregulados ou sistemas de escape
danificados)
-Redução no consumo de combustível, graças à condução mais eficiente e à manutenção no momento ideal
-Prolonga a vida útil de componentes, evitando trocas prematuras e descarte de peças ainda funcionais
-Diminuição do uso de recursos naturais, como óleos, fluidos e pneus, por meio de intervenções mais
precisas
-Reduzir o número de veículos parados ou substituídos, o que impacta diretamente na pegada de carbono da
frota

SOCIAL (S): Segurança do trabalho e bem-estar dos motoristas porque:
-Previne acidentes causados por falhas mecânicas, como problemas nos freios, pneus ou suspensão
-Reduz o estresse dos motoristas, que passam a confiar mais na condição dos veículos
-Evita jornadas excessivas e paradas emergenciais, que podem colocar condutores em situações de risco
-Garante ambientes de trabalho mais seguros, com veículos em boas condições e menos exposição a falhas
inesperadas

GOVERNANÇA (G): Transparência, controle e responsabilidade porque:
-Agrega transparência nos dados operacionais, com relatórios precisos sobre o estado da frota
-Traz rastreabilidade de decisões técnicas, com histórico de intervenções e diagnósticos
-Reduz riscos legais e regulatórios, ao manter os veículos em conformidade com normas de segurança
-Mais eficiência na gestão de ativos, com controle inteligente sobre custos, produtividade e disponibilidade
-Fortalecimento da reputação corporativa, ao demonstrar compromisso com práticas responsáveis e sustentáveis

PREVENIR É SEMPRE MELHOR QUE REMEDIAR
A manutenção preditiva a partir da análise de dados gerados por telemetria é realmente uma revolução na gestão de
frotas. Revolução que começa no interior das máquinas e impacta diretamente a vida das pessoas. Ao transformar
dados em decisões, a telemetria permite que empresas de transporte atuem com inteligência, controle e
previsibilidade.

Na Kontrow, oferecemos soluções completas de telemetria para que sua frota esteja sempre um passo à frente.
Significa estar longe das paradas inesperadas e perto da máxima eficiência operacional. Nossas soluções são
desenvolvidas com foco total na eficiência”, completa Assaf Faiguenboim, da Kontrow.


BYD e Kontrow: como a telemetria revoluciona a saúde dos motoristas de ônibus elétricos

Pioneira em soluções de telemetria customizada para frotas elétricas, a Kontrow une forças com a BYD, maior fabricante global de veículos elétricos, com o propósito de acelerar os benefícios da transição energética no transporte urbano.

Kontrow e BYD comprovam que a telemetria e os ônibus elétricos expandem benefícios para além do meio ambiente. Juntas, as empresas contribuem para a saúde física e mental dos motoristas que enfrentam longas jornadas ao volante diariamente.

Redução de ruído e calor, eliminação de vibrações e melhoria da qualidade do ar são apenas alguns dos benefícios para os condutores de veículos de transporte coletivo, transformando a experiência de dirigir e aumentando a qualidade de vida desses profissionais.

Com mais de 16 anos de experiência e 8 milhões de viagens monitoradas, a Kontrow eleva a eletromobilidade a um novo patamar. “Nossa plataforma de telemetria avançada oferece uma visão 360° da frota, com dados detalhados que garantem uma gestão estratégica, redução de custos e aumento da vida útil dos veículos. Mais do que isso, a Kontrow atua como a inteligência por trás da operação, otimizando o desempenho dos ônibus elétricos e, consequentemente, o bem-estar dos motoristas”, afirma Assaf Faiguenboim, da Kontrow.

A redução de ruído, a ausência de vibrações e a melhoria da qualidade do ar com a redução das emissões de CO₂, inerentes aos ônibus elétricos da BYD, são amplificadas pela nossa tecnologia. O monitoramento em tempo real e o planejamento eficiente de recargas e manutenção asseguram que os motoristas tenham um ambiente de trabalho mais saudável, com menos estresse e mais segurança”, completa Assaf Faiguenboim.

A parceria com a BYD, que já conta com mais de 300 ônibus elétricos em operação no Brasil, é a prova de que a Kontrow está na vanguarda da mobilidade urbana sustentável e humanizada. Como ressalta Bruno Paiva, diretor de vendas da BYD Brasil. “A mobilidade elétrica não é apenas uma inovação tecnológica; ela traz uma revolução para a qualidade de vida dos motoristas. Menos barulho, menos vibração, e com a Kontrow, conseguimos otimizar o desempenho da frota e garantir que os motoristas tenham um ambiente de trabalho mais saudável e seguro.”

Com o compromisso de melhorar a qualidade do ar e a saúde dos motoristas, a BYD e a Kontrow reforçam a importância dessa transição para um transporte coletivo mais limpo, eficiente e sustentável. A parceria entre as empresas é um exemplo de como a tecnologia e a inovação podem transformar a mobilidade urbana e, ao mesmo tempo, cuidar de quem dirige veículos pesados pelas cidades.


TOP 7 BENEFÍCIOS DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA NO TRANSPORTE URBANO


1 - REDUÇÃO DAS EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA
A substituição de veículos movidos a combustíveis fósseis por modelos elétricos ou híbridos reduz significativamente a emissão de dióxido de carbono (CO₂), principal responsável pelas alterações climáticas.

2 - MELHORIA DA QUALIDADE DO AR NAS CIDADES
Veículos elétricos não emitem poluentes atmosféricos como monóxido de carbono e material particulado. Isso contribui diretamente para a redução de doenças respiratórias e cardiovasculares, especialmente em áreas urbanas, com grande densidade populacional

3 - REDUÇÃO DA POLUIÇÃO SONORA
Ônibus, trens e carros elétricos operam com níveis de ruído muito inferiores aos veículos convencionais. Essa mudança melhora o bem-estar urbano e reduz o estresse associado ao tráfego intenso.

4 - ECONOMIA OPERACIONAL E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Veículos elétricos têm menor custo de manutenção e abastecimento em comparação com os movidos a gasolina ou diesel. A eficiência energética dos motores elétricos é superior, aproveitando melhor cada unidade de energia consumida.

5 - FORTALECIMENTO DO TRANSPORTE PÚBLICO SUSTENTÁVEL
A eletrificação de ônibus, trens e metrôs é considerada a forma mais eficiente de descarbonizar o transporte urbano. Especialistas defendem que priorizar o transporte coletivo eletrificado é mais impactante do que focar apenas em carros particulares.

6- ESTÍMULO À INOVAÇÃO E À INFRAESTRUTURA VERDE
A transição energética impulsiona o desenvolvimento de novas tecnologias, como baterias mais duráveis, sistemas de recarga rápida e integração com fontes renováveis. Também promove investimentos em infraestrutura urbana mais inteligente e resiliente.

7 - CONTRIBUIÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Ao reduzir a dependência de combustíveis fósseis, o transporte urbano torna-se mais alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os relacionados à saúde, cidades sustentáveis e ação climática.


TECNOLOGIA QUE FAZ DIFERENÇA NO DIA A DIA

Para as frotas elétricas, o sistema desenvolvido pela Kontrow traz soluções customizadas, que incluem alto desempenho e confiabilidade nos dados de consumo energético, estado das baterias, autonomia dos veículos, entre outras. É importante salientar que todo esse monitoramento é feito em tempo real.

Os algoritmos desenvolvidos pela Kontrow para veículos sem motor a combustão fornecem um sistema claro para a leitura dos dados, com dashboards e relatórios voltados aos gestores que lidam com o cotidiano operacional das frotas elétricas.

A tecnologia embarcada permite a leitura de até 4.200 parâmetros via CAN-bus e processa aproximadamente 1 terabyte de dados por mês. São informações detalhadas que tornam possível prever falhas, melhorar o desempenho, ajustar o uso da bateria, entre outros fatores.

O sistema acompanha variações de temperatura, desgastes prematuros, padrões de aceleração e frenagem e outros fatores - monitoramento do comportamento dos motoristas com foco em eficiência e durabilidade - que impactam diretamente o desempenho das baterias.

Nessa relação homem x máquina, o BI nativo da plataforma oferece indicadores de condução e segurança, rankings de motoristas e mapas de calor que ajudam os gestores a identificar padrões de uso, horários críticos e pontos de recarga mais estratégicos. Com base nesse monitoramento, é possível ampliar a vida útil dos componentes e reduzir significativamente os custos com manutenção corretiva.

Além de fornecer as ferramentas tecnológicas de forma integrada - com possibilidade de conexão a sistemas logísticos via API - que facilitam o gerenciamento da frota, com planejamento logístico de recargas, otimização de rotas e planejamento no cronograma de revisões, a Kontrow oferece outros benefícios e garantias, como, por exemplo, na instalação. O plug & play é acoplado em até 30 minutos, sem cortes de chicotes e sem perda da garantia de fábrica, assegurando um processo rápido e seguro.


SOLUÇÃO NACIONAL PARA QUESTÕES GLOBAIS

Assaf Faiguenboim ressalta que a Kontrow é uma empresa brasileira especializada em tecnologia e big data, com foco na geração de economia e eficiência para negócios sobre rodas. “Somos especializados em tecnologia de ponta em telemetria, desenvolvemos software e hardware, com soluções sob medida, rápidas e únicas para frotas de veículos pesados, ônibus, elétricos, GNV e biometano. Além dos transportes, atuamos nos setores de mineração, florestal, portos, ambiental, entre outros”, completa o empresário.

 


: Entenda como a telemática revolucionou a gestão de frotas, trazendo eficiência, segurança e redução de custos para empresas de transporte e logística

De telemetria à telemática: evolução tecnológica na gestão de frotas

Para ser perfeito, um casamento precisa de duas metades que se completam. Duas peças de um quebra-cabeças que
encaixam perfeitamente. Engrenagens diferentes que, ao girar em sincronia, movem uma máquina com precisão e
propósito. É assim com a telemetria e a telemática.

É comum ouvir frases como: casal que se completa, é parceiro, cresce junto. Agora, transporte esse cenário para a
união entre telemetria e telemática. O primeiro coleta dados em tempo real de sensores e dispositivos, enquanto o
segundo transmite e interpreta esses dados via redes de comunicação.

Separadas, são funcionais. Juntas, são tecnologias poderosas. Unidas, telemetria à telemática criam um sistema
inteligente que não apenas faz monitoramento de veículos, mas analisa, prevê, otimiza e transforma operações. Seja
na logística, no transporte público, na agricultura de precisão ou na gestão de frotas, conectam empresas e
empresários com o futuro.

Você sabe qual é a diferença entre telemetria e telemática?

O QUE É TELEMETRIA:
A palavra telemetria nasce do grego "tele" (à distância) e "metron" (medida). Dessa forma, é possível entender seu
significado como “medição à distância”. Essa etimologia reflete o propósito basilar dessa tecnologia, que é coletar e
transmitir dados de forma remota, sem a necessidade de intervenção direta no local.

Telemetria é a tecnologia que foi desenvolvida para medir e transmitir informações à distância. Por meio de sensores,
faz a coleta dos dados sobre temperatura, pressão, velocidade, entre outros. Em seguida, processa o envio desse
material para um sistema central a fim de que seja analisado.

EXEMPLOS DE TELEMETRIA NA PRÁTICA:
-Monitoramento de frotas e máquinas industriais
-Sensores em aviões ou carros de corrida
-Agricultura de precisão (monitoramento de umidade do solo, clima)
-Saúde (monitoramento remoto de pacientes)

O QUE É TELEMÁTICA:
A palavra Telemática mistura dois idiomas. Assim como telemetria, começa com o grego "tele" (à distância), mas
agrega o francês, com “matique” (que vem de informatique, ou seja, informática).

Essa origem etimológica deixa clara a ideia de conexão entre tecnologias de telecomunicação e informática, união que
se mostra especialmente eficiente no contexto da integração da comunicação inteligente entre dispositivos. Essa
tecnologia permite rastrear, monitorar e gerenciar ativos móveis — como veículos, cargas e até pessoas — de forma
eficiente e em tempo real.

EXEMPLOS DE TELEMÁTICA NA PRÁTICA:
-Rastreamento de frotas via GPS
-Monitoramento de comportamento de motoristas
-Gestão de logística e transporte
-Compartilhamento de dados entre veículos e sistemas centrais

Trabalhando em sinergia, telemetria e telemática fazem a diferença em diversos setores de serviço e produção do
Brasil. Confira 5 exemplos:

1 – GESTÃO DE FROTAS:
Com os dados coletados de cada veículo pelos sensores de telemetria, a telemática envia essas informações para uma
central que gera insights sobre rotas, consumo e manutenção.

2 – AGRO TECH
Sensores de telemetria estrategicamente instalados medem a umidade do solo, por exemplo. Em seguida, a telemática
transmite esses dados para que o agricultor possa tomar decisões em tempo real sobre o melhor período para o
plantio.

3 – TRANSPORTE PÚBLICO INTELIGENTE
Os ônibus de uma frota são monitorados em tempo real. Sensores de telemetria monitoram itens como localização,
velocidade e lotação de cada veículo em movimento. A telemática transmite esses dados para centrais de controle,
permitindo ajustes dinâmicos nas rotas e horários, além de informar os passageiros via aplicativos.

4 – INDÚSTRIA 4.0
Máquinas operacionais equipadas com telemetria registram temperatura, vibração e ciclos de produção. A telemática
envia essas informações para sistemas de gestão, que analisam padrões, antecipam falhas e otimizam a manutenção
preventiva.

5 – ENERGIA
Medidores inteligentes usam telemetria para captar consumo de energia, pressão de água ou fluxo de gás. A
telemática transmite esses dados para as concessionárias, que podem detectar vazamentos, ajustar a distribuição e
oferecer ao consumidor relatórios detalhados.

IMPACTO NA GESTÃO DE FROTAS
Entre os setores que sentiram de forma mais significativa os avanços gerados pela conexão dessas duas tecnologias,
destaque para a gestão de frotas. O que antes se limitava ao controle de quilometragem e abastecimento, hoje envolve
uma rede inteligente de sensores, algoritmos e conectividade em tempo real.

A telemetria surgiu como uma resposta à necessidade de monitorar máquinas e veículos à distância. Sensores passaram
a coletar dados técnicos — temperatura do motor, pressão dos pneus, consumo de combustível, entre outros — e
transmiti-los para centrais de controle. Essa leitura remota permite diagnósticos mais rápidos, redução de falhas e maior
previsibilidade na manutenção.

Mas a telemetria, por si só, ainda operava em um universo técnico. Faltava contexto. Faltava mobilidade. É aí que entra a
telemática, como uma ponte entre os dados e a estratégia. Ao integrar sistemas de localização via GPS, redes móveis e
plataformas de gestão, a telemática trouxe à tona uma nova camada de inteligência: onde está o veículo, como está
sendo conduzido, e qual o impacto disso na operação como um todo.

Essa convergência permitiu que gestores deixassem de ser meros receptores de relatórios e passassem a atuar como
analistas em tempo real.

EFICIÊNCIA +ECONOMIA +LUCRO
Quando telemetria e telemática se unem, o resultado é uma gestão de frotas proativa, precisa e estratégica. Imagine
saber que um caminhão está em rota de entrega, com o motor operando fora da faixa ideal de temperatura, enquanto o
condutor apresenta padrões de frenagem brusca em áreas urbanas. Essa combinação de dados técnicos e
comportamentais permite ações imediatas, como:

1- Redirecionamento de rota
2- Alerta ao motorista
3 - Agendamento de manutenção preventiva.

Mais do que evitar prejuízos, essa integração gera economia, segurança e sustentabilidade. Reduz o consumo de
combustível, prolonga a vida útil dos veículos e contribui para uma operação mais responsável — tanto do ponto de
vista financeiro quanto ambiental. Além disso, a segurança também é reforçada com o alerta ao modo de condução e a
possibilidade de inserir treinamentos e reciclagens no cronograma dos motoristas.

Acreditamos que a tecnologia não deve apenas informar. Ela tem características capazes de empoderar seus usuários.
Por isso, nossas soluções combinam o melhor da telemetria e da telemática em plataformas intuitivas, escaláveis e
orientadas por dados. Quem ainda faz gestão de frota no modo reativo, precisa dar o próximo passo e começar a usar a
inteligência a seu favor”, afirma Assaf Faiguenboim, da Kontrow.

INTELIGÊNCIA OPERACIONAL
A união entre telemetria e telemática representa mais do que uma convergência tecnológica. Consolida o movimento
para uma inteligência operacional, uma capacidade para transformar dados em decisões estratégicas em diferentes
setores. E em tempo real.

Ao integrar o monitoramento preciso da telemetria com a conectividade dinâmica da telemática, empresas ganham
uma visão 360 graus de seus dispositivos, equipamentos, veículos e processos, tendo como resultado lógico a
eficiência, a segurança e a inovação.

Esse casamento tecnológico é a expressão de um novo modo de enxergar as operações de trabalho: conectada,
inteligente e em constante evolução. A capacidade de transformar dados em decisões, máquinas em aliados e
processos em experiências não apenas potencializa o presente, mas pavimenta o caminho para um futuro no qual a
gestão inteligente será o novo padrão.


Telemetria Kontrow faz a diferença em diversos setores

Casos de uso de telemetria em setores diversos

A telemetria se popularizou no Brasil a partir das transmissões de corridas da Fórmula 1 e cada vez mais faz parte do
cotidiano da gestão de frotas de veículos pesados, leia-se ônibus e caminhões. Mas você já parou para pensar como
essa tecnologia atua em setores diversos da economia, dentro de cadeias produtivas e de logística no Brasil e no
mundo?

Com o avanço da conectividade, a telemetria vem sendo aplicada em diferentes contextos, trazendo inovação,
segurança e eficiência para negócios que buscam se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. Sensores
inteligentes e plataformas de análise em tempo real transformam a estratégia das empresas e ampliam (ou criam)
formas de otimizar suas operações por meio de monitoramento e controle.

Toda tecnologia está intimamente ligada à inovação. O desenvolvimento dos sensores embarcados nas máquinas e
redes inteligentes de conexão fazem da telemetria uma ferramenta indispensável para quem busca eficiência e
diferenciação no mercado.

Quais mercados? Além do óbvio, que são empresas ligadas ao transporte, quem tem se beneficiado são setores
como o agronegócio (monitoramento de tratores, colheitadeiras e condições do solo); saúde (rastreamento de
equipamentos médicos e monitoramento remoto de pacientes); construção civil (controle de maquinário pesado e
segurança em obras); varejo (gestão de câmaras frigoríficas e controle de estoque em tempo real); energia
(supervisão de redes elétricas e usinas com sensores distribuídos), entre outros.

Essa expansão comprova como a telemetria pode ser adaptada para qualquer operação que envolva ativos físicos,
mobilidade ou variáveis críticas. Vamos entender melhor como isso funciona em alguns dos principais mercados.

AGRICULTURA
Agricultura de precisão sem telemetria não é agricultura de precisão de verdade. Os sensores conectados permitem
um monitoramento detalhado das operações no campo e a análise dos dados favorece as tomadas de decisão para o
melhor aproveitamento de tempo e insumos durante as janelas de plantio, por exemplo.

COMO FUNCIONA?
Gestão de equipamentos: Sensores em tratores, colheitadeiras e outros maquinários agrícolas monitoram o
consumo de combustível, a localização exata, as horas de uso e a produtividade. Isso ajuda a otimizar a manutenção
e a alocação de recursos.

Monitoramento de plantações: Drones e sensores instalados no solo podem coletar dados sobre umidade,
temperatura e nutrientes. Essas informações são usadas para automatizar sistemas de irrigação e aplicar defensivos
ou fertilizantes apenas onde e quando necessário, economizando recursos e aumentando a produtividade da
lavoura.

CONSTRUÇÃO CIVIL
Em canteiros de obras, a telemetria melhora a gestão de frotas. Isso permite uma alocação mais eficiente dos
recursos, evita o uso indevido do maquinário e reduz o tempo ocioso. Além disso, a telemetria contribui diretamente
para a segurança no canteiro, ao identificar padrões de risco, como excesso de velocidade, manobras bruscas ou
operação fora dos horários permitidos.

COMO FUNCIONA?
Controle de ativos: Equipamentos pesados como escavadeiras, guindastes e retroescavadeiras podem ser rastreados
para evitar roubos e monitorar o uso. Isso garante que as máquinas estejam sendo utilizadas de forma eficiente e
segura.

Manutenção preventiva/preditiva: Os dados de uso e desempenho de cada máquina permitem agendar manutenções
de forma proativa, evitando paradas inesperadas que podem atrasar o projeto.

MINERAÇÃO
O setor de mineração se beneficia da telemetria para aumentar a segurança, sempre um aspecto de suma importância
para o setor. A eficiência em ambientes perigosos e remotos, seja no interior das minas ou a céu aberto, também é
outro fator de relevância.

COMO FUNCIONA?
Segurança dos trabalhadores: Equipamentos de segurança individual podem ter sensores que monitoram a localização
e as condições de saúde dos mineiros, alertando sobre possíveis acidentes.

Otimização da frota: Veículos e equipamentos de mineração, como caminhões de grande porte, são monitorados para
otimizar rotas, controlar o consumo de combustível e agendar manutenções, reduzindo custos operacionais.

ENERGIA
A telemetria é essencial para a gestão inteligente de redes de energia. A tecnologia permite acompanhar o
desempenho da rede elétrica minuto a minuto, sem necessidade de visitas técnicas ou medições manuais, garantindo a
qualidade de informações como o consumo por setor ou equipamento, a qualidade da energia (tensão, corrente,
frequência) e a detecção de falhas ou desvios operacionais.

COMO FUNCIONA?
Redes elétricas inteligentes (Smart Grids): Sensores em transformadores e medidores de energia transmitem dados
em tempo real sobre o consumo e o fluxo de eletricidade. Isso permite que as companhias identifiquem falhas,
prevejam picos de demanda e otimizem a distribuição.

Parques eólicos e solares: A telemetria também tem papel decisivo em energias chamadas como alternativas.
Monitora o desempenho de turbinas eólicas e painéis solares, por exemplo, ajustando-os automaticamente para
maximizar a geração de energia e identificar a necessidade de manutenção.

SAÚDE
Na área da saúde, a telemetria é usada para monitorar pacientes e equipamentos. Não é exagero afirmar que a
tecnologia está revolucionando o modo como, a partir de monitoramento constante e preciso, diagnósticos são feitos e
decisões clínicas são tomadas, trazendo mais agilidade e segurança para a relação médico x paciênte.

COMO FUNCIONA?
Monitoramento de pacientes: Dispositivos vestíveis (wearables) e sensores em leitos hospitalares podem transmitir
dados vitais como batimentos cardíacos, pressão arterial e nível de oxigênio no sangue para equipes médicas,
permitindo uma resposta rápida em caso de emergência.

Logística de equipamentos: Equipamentos médicos de alto valor, como cadeiras de rodas e bombas de infusão, podem
ser rastreados em tempo real dentro do hospital, evitando perdas e garantindo que estejam disponíveis quando e onde
forem necessários.

O impacto da telemetria na eficiência operacional em diferentes setores nasce da vocação para transformar dados em
insights. A partir deles, os empresários, administradores e gestores conseguem extrair 5 benefícios primordiais:
1-Reduzir desperdícios e retrabalho
2-Antecipar falhas e evitar paradas não planejadas
3-Melhorar a alocação de recursos
4-Aumentar a produtividade com decisões mais ágeis
5-Elevar o nível de controle e transparência da operação

As vantagens da adoção da telemetria no dia a dia do trabalho vão da economia financeira à sustentabilidade
ambiental. “A telemetria é uma ponte entre o mundo físico e o digital, capaz de revolucionar a forma como empresas
operam, decidem e crescem. Com soluções cada vez mais acessíveis e escaláveis, o futuro da gestão inteligente passa,
inevitavelmente, pela análise de dados em tempo real”, comenta Assaf Faiguenboim, da Kontrow.

E há ainda um outro fator de maior diferenciação no mercado, a customização. Ou seja, entregar soluções
personalizadas em telemetria, de acordo com as necessidades de cada empresa. Graças ao pioneirismo no
desenvolvimento de novas soluções, a Kontrow desenvolve tecnologia própria, investindo 20% do faturamento em
pesquisa & desenvolvimento, para atender as necessidades do mercado brasileiro”, complementa Assaf Faiguenboim.